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Usiminas divulga prejuízo, desativa áreas e vai demitir

Publicado Por | 03/11/2015 | 0
Cortes. Usiminas deixa de produzir placas em Cubatão e sindicalista prevê até 8.000 demissões
Cortes. Usiminas deixa de produzir placas em Cubatão e sindicalista prevê até 8.000 demissões

Medida da siderúrgica deve gerar 4.000 demissões

Cortes. Usiminas deixa de produzir placas em Cubatão e sindicalista prevê até 8.000 demissões

Cortes. Usiminas deixa de produzir placas em Cubatão e sindicalista prevê até 8.000 demissões

São Paulo. Nesta quinta não foi um bom dia para os acionistas da Usiminas. Além de anunciar um prejuízo líquido de R$ 1,042 bilhão no terceiro trimestre do ano, ante perdas de R$ 24 milhões no mesmo período do ano passado, a empresa informou que vai desativar as áreas primárias da usina de Cubatão, no Estado de São Paulo. Com a medida, as demissões devem chegar a 4.000 empregos diretos e indiretos, segundo a Usiminas. “Este ajuste no quadro funcional deverá ocorrer com mais intensidade no inicio de 2016, acompanhando o cronograma de desligamento dos equipamentos da usina, que deverá ser concluído em três ou quatro meses”, esclareceu a empresa em comunicado.

O presidente do Sindicato dos Siderúrgicos e Metalúrgicos da Baixada Santista, Florêncio Rezende de Sá, disse nesta quinta que as demissões poderiam chegar a mais de oito mil empregados diretos e indiretos e informou que a Usiminas comunicou a decisão de interromper as atividades da unidade apenas nesta quinta, mas sem detalhar prazos e quantidade total. Segundo ele, a siderúrgica gera 10 mil empregos diretos e indiretos na região.

No comunicado enviado nesta quinta à Comissão de Valores Mobiliados (CVM), a Usiminas afirmou que o processo de desativação visa reposicionar a empresa em “um novo patamar de escala e competitividade, perante um contexto econômico de deterioração progressiva do mercado siderúrgico”.

A usina de Cubatão deixará de produzir placas, mas serão mantidas as atividades das linhas de laminação a quente e a frio, e as operações relacionadas ao terminal portuário. A linha de laminação de chapas grossas ficará suspensa. Hoje, cerca de 40% do aço bruto produzido pela Usiminas vem dessa unidade. Leia matéria na íntegra em O Tempo/BH

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Categoria: Cubatão, Economia

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