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Baixada Santista tem a pior taxa de mortalidade infantil do Estado

Publicado Por | 29/10/2016 | 0
Bertioga apresenta os melhores índices da região, 
com 8,2 casos a cada mil nascimentos (Reprodução gravidezbebe.com.br)
Bertioga apresenta os melhores índices da região, com 8,2 casos a cada mil nascimentos (Reprodução gravidezbebe.com.br)

O número é mais alto também que os das taxas estadual e nacional. Os dados foram divulgados pela Secretaria de Estado da Saúde e Fundação Seade

Bertioga apresenta os melhores índices da região,  com 8,2 casos a cada mil nascimentos (Reprodução gravidezbebe.com.br)

Bertioga apresenta os melhores índices da região,
com 8,2 casos a cada mil nascimentos (Reprodução gravidezbebe.com.br)

A taxa de mortalidade infantil da Baixada Santista teve queda de 34% nos últimos 15 anos. Ainda assim, representa o pior índice entre todas as regiões administrativas de São Paulo. O número é mais alto também que os das taxas estadual e nacional. Os dados foram divulgados pela Secretaria de Estado da Saúde e Fundação Seade.

A região teve 14,6 óbitos a cada mil nascidos vivos ano passado, com 25.219 bebês nascidos e 369 mortes. Em 2000, o índice era superior a 22.

Conforme a Organização Mundial de Saúde, as cidades deveriam ter um desempenho de até dez óbitos para cada mil crianças nascidas vivas – algo que só foi alcançado por Bertioga, com coeficiente de 8,2 (981 nascidos vivos e oito mortes). A Cidade também é a única com número melhor que o do Estado, de 10,7 .

Cubatão, Guarujá, Mongaguá, Praia Grande e São Vicente tiveram desempenho pior que a média da Baixada Santista. Mongaguá teve o número mais alto de mortes no panorama regional: taxa de 22,3 em 2015 (717 nascidos vivos e 16 óbitos).

Para a Cidade, falar de mortalidade infantil não é apenas observar os índices, mas aprofundar a análise. O Município informa que, neste ano, entre janeiro e junho, foram 325 nascimentos com quatro óbitos, o que representa redução no mesmo período do ano anterior.

Mongaguá mantém um comitê de estudos de causas da mortalidade, sendo que os casos registrados em 2015 foram apurados. Nestes, peculiaridades forçaram os índices negativos, como, por exemplo, uma das gestantes usuária de drogas, outra que sentiu as contrações, porém não foi imediatamente ao atendimento médico, além de um parto prematuro por causa do nervosismo de uma gestante.

Em números absolutos, a Baixada Santista tem ainda quatro cidades entre as vinte com maior quantidade de óbitos em 2015: Praia Grande, Guarujá, São Vicente e Santos.

Santos, aliás, comemora seu menor índice de mortalidade infantil da história. Em 1980 a taxa era de 38,2 a cada mil. Em 2000, era de 15,1 e este ano, de 12,1).  Leia matéria completa em A Tribuna.com.br

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Categoria: Bertioga, Brasil, Cubatão, Guarujá, Litoral Sul, Santos, Saúde

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