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Empresário terá que pagar R$ 150 mil por morte de menina em Bertioga

Publicado Por | 18/02/2017 | 0
Grazielly Lames, de 3 anos, foi atropelada durante
brincadeira (Foto: Arquivo Pessoal) | Reprodução G1 Santos
Grazielly Lames, de 3 anos, foi atropelada durante brincadeira (Foto: Arquivo Pessoal) | Reprodução G1 Santos

Grazielly Lames, de apenas 3 anos, morreu no carnaval de 2012.
Garota foi atropelada por uma moto aquática em Bertioga (SP).

Grazielly Lames, de 3 anos, foi atropelada durante brincadeira (Foto: Arquivo Pessoal) | Reprodução G1 Santos

Grazielly Lames, de 3 anos, foi atropelada durante
brincadeira (Foto: Arquivo Pessoal) | Reprodução G1 Santos

O Tribunal de Justiça de São Paulo decidiu manter a condenação do empresário considerado proprietário da moto aquática que matou Grazielly Almeida Lames, de 3 anos, no dia 18 de fevereiro de 2012. O acidente ocorreu na Praia de Guaratuba e teve repercussão nacional.

José Augusto Cardoso Filho era o dono da moto aquática que matou Grazielly. Ele foi condenado a dois anos e quatro meses de detenção em regime semiaberto. A pena foi revertida em prestação de serviço comunitário e em um pagamento de R$ 150 mil aos pais da menina, além de R$ 20 mil a entidades sociais.

De acordo com a decisão, o valor foi fixado após o empresário afirmar que recebe salário de R$ 50 mil por mês. O advogado André Luiz Cerino de Fonseca, que representa o empresário, pediu sua absolvição, mas o desembargador Marco Antonio da Silva desqualificou o pedido perante a ‘gravíssima’ consequência dos crimes.

Outro acusado
O caseiro do empresário, Erivaldo Francisco de Moura, que levou a moto aquática para o adolescente, foi condenado a um ano e dois meses de detenção. A pena foi revertida por prestação de serviços comunitários.

Acidente

O acidente aconteceu no sábado de carnaval de 2012, na Praia de Guaratuba. A garota havia chegado ao litoral um dia antes junto com um grupo de dez pessoas, entre familiares e amigos.

Segundo testemunhas, um adolescente de 13 anos pilotava a moto aquática em alta velocidade. A menina foi socorrida pelo helicóptero da Polícia Militar, mas já chegou sem vida ao Hospital Municipal de Bertioga. O corpo de Grazielly foi enterrado em Artur Nogueira, no interior de São Paulo, cidade onde a criança morava com os pais.

Na época do acidente, a mãe da vítima, Cirleide Lemes, acusou o hospital que atendeu a criança de não ter estrutura, disse que não existiam guarda-vidas na praia onde o acidente aconteceu e afirmou que a demora na chegada da ambulância para prestar socorro foram determinantes para a morte da filha. Leia matéria original em Portal G1Santos

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Categoria: Bertioga

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