20:21 pm - quarta-feira, 22 outubro , 2014

Bloco Ba-Bahianas Sem Tabuleiro atrai multidão em São Vicente…

Publicado Por | 19/02/2012 | 0
No percurso próximo da praia o sucesso das Ba-Bahianas sem Tabuleiro
No percurso próximo da praia o sucesso das Ba-Bahianas sem Tabuleiro

Domingo, 19 de fevereiro de 2012 – 19h36
São Vicente
Multidão segue Ba-Bahianas sem Tabuleiro pelas ruas

Com 76 anos de rua, o bloco Ba-Bahianas sem Tabuleiro, de São Vicente, arrastou um mar de foliões neste domingo. O que, pela primeira vez em 1936, foi um desfile dos homens das famílias Sbravatti e Murias se vestindo de baianas, hoje é bem mais democrático. Somente não pode faltar a alegria.

As baianas, por exemplo, ganharam um ar oriental. Encantada com o filme Memórias de uma Gueixa, Edna Guidoni providenciou fantasia para toda a família, especialmente para o desfile no bloco.

“Fiz roupa de gueixa para todo mundo. Assistimos ao filme e adoramos. Isso me deu a ideia da fantasia, já que participamos todos os anos, sempre com um tema para todos”, diz orgulhosa.

Os foliões percorreram a Rua Marquês de São Vicente, passaram pela Igreja Matriz, Praça 22 de Janeiro, Rua Padre Anchieta, Rua Frei Gaspar e chegaram na Praia do Gonzaguinha no início da tarde.

Para Marcos Santana, o percurso foi feito com classe e alguns tropeços. De sandália plataforma pink, com pouco mais de 20 centímetros de salto, ele atraiu muitos olhares. “Há 18 anos desfilo no bloco e há cinco veio com meu saltinho”, diz sorrindo. “Vou assim: sambando aqui, tropeçando ali…”, confessa.

Tradição

Fundado em 22 de janeiro de 1936, o Ba-Bahianas sem Tabuleiro é considerado Patrimônio Imaterial de São Vicente e é tradição na Cidade. No Carnaval de 1936, membros das famílias fundadoras, Sbravatti e Murias, se reuniram com os amigos e resolveram criar um bloco onde homens saiam no domingo de Carnaval vestidos de baianas.
Domingo, 19 de fevereiro de 2012 – 19h36
São Vicente
Multidão segue Ba-Bahianas sem Tabuleiro pelas ruas

Com 76 anos de rua, o bloco Ba-Bahianas sem Tabuleiro, de São Vicente, arrastou um mar de foliões neste domingo. O que, pela primeira vez em 1936, foi um desfile dos homens das famílias Sbravatti e Murias se vestindo de baianas, hoje é bem mais democrático. Somente não pode faltar a alegria.

As baianas, por exemplo, ganharam um ar oriental. Encantada com o filme Memórias de uma Gueixa, Edna Guidoni providenciou fantasia para toda a família, especialmente para o desfile no bloco.

“Fiz roupa de gueixa para todo mundo. Assistimos ao filme e adoramos. Isso me deu a ideia da fantasia, já que participamos todos os anos, sempre com um tema para todos”, diz orgulhosa.

Os foliões percorreram a Rua Marquês de São Vicente, passaram pela Igreja Matriz, Praça 22 de Janeiro, Rua Padre Anchieta, Rua Frei Gaspar e chegaram na Praia do Gonzaguinha no início da tarde.

Para Marcos Santana, o percurso foi feito com classe e alguns tropeços. De sandália plataforma pink, com pouco mais de 20 centímetros de salto, ele atraiu muitos olhares. “Há 18 anos desfilo no bloco e há cinco veio com meu saltinho”, diz sorrindo. “Vou assim: sambando aqui, tropeçando ali…”, confessa.

Tradição

Fundado em 22 de janeiro de 1936, o Ba-Bahianas sem Tabuleiro é considerado Patrimônio Imaterial de São Vicente e é tradição na Cidade. No Carnaval de 1936, membros das famílias fundadoras, Sbravatti e Murias, se reuniram com os amigos e resolveram criar um bloco onde homens saiam no domingo de Carnaval vestidos de baianas.

email
Categoria: Carnaval, Litoral Sul, Principal

Sem Comentários ainda.

Deixe seu Comentário